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quinta-feira, 7 de janeiro de 2010
sábado, 26 de dezembro de 2009
Agrediu o Papa pela segunda vez...

Susanna Maiolo, a jovem aparentemente desequilibrada que agrediu o Papa Bento XVI antes da Missa do Galo na quinta-feira, em resultado dessa acção foi isolada durante uma semana.
Com efeito, a italo-suíça de 25 anos foi transferida na sexta-feira da ala psiquiátrica do hospital romano Santo Spirito, para a ala do hospital Angelucci de Subiaco a 70 km a leste de Roma aonde receberá por sete dias tratamento obrigatório.
Com efeito, a italo-suíça de 25 anos foi transferida na sexta-feira da ala psiquiátrica do hospital romano Santo Spirito, para a ala do hospital Angelucci de Subiaco a 70 km a leste de Roma aonde receberá por sete dias tratamento obrigatório.
É já a segunda vez que a jovem tenta agredir o Papa. E a questão que resta compreender é porquê o Papa ? E porquê ela ?
Mas parece que ficará por explicar talvez até nova missa do galo em que se lance sobre o mesmo tal qual galinha sem poleiro ...
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Casos da vida comum,
Incoerência lógica.,
Vaticano
sexta-feira, 18 de dezembro de 2009
sexta-feira, 11 de dezembro de 2009
Um conto de natal especial
Tens o meu ombro, o meu colo e o meu coração sempre terás também.
*
Este conto é por mim dedicado a todos os voluntários do Banco Alimentar Contra a Fome, e às instituições e pessoas de boa vontade que empenham parte das suas vidas no auxílio a pessoas necessitadas, muitas vezes, sem disso fazer qualquer alarde.
Porque conseguem olhar para alguém que perdeu tudo e ainda assim ver ali um ser humano, com direitos, designadamente, à honra e à dignidade humana.
A quem tiver a generosidade e paciência de lê-lo quero pedir que sempre que olharem para alguém na rua, não o julguem imediatamente vagabundo, inimigo do trabalho. Estejam cientes de que circunstâncias várias podem atirar a mais impensável e válida das pessoas para uma situação de desgraça.
E que nem todos têm a mesma força para se levantar após um tombo.
Procurem encaminhar os casos que conhecem de pessoas na rua para casas de abrigo e instituições que possam proceder ainda à sua recuperação.
Ou se esta não for já de todo possível, pelo menos a uma vida digna, com um pão de cada dia.
Eduquem os vossos filhos a ser generosos.
Não nos esqueçamos que a vida acaba por devolver a cada um o bem que semeia.Maria"
Leia agora o MILAGRE DE NATAL de Maria :
I PARTE - aqui
II PARTE - aqui
III PARTE - aqui
IV e última PARTE - aqui
*
Este conto é por mim dedicado a todos os voluntários do Banco Alimentar Contra a Fome, e às instituições e pessoas de boa vontade que empenham parte das suas vidas no auxílio a pessoas necessitadas, muitas vezes, sem disso fazer qualquer alarde.
Porque conseguem olhar para alguém que perdeu tudo e ainda assim ver ali um ser humano, com direitos, designadamente, à honra e à dignidade humana.
A quem tiver a generosidade e paciência de lê-lo quero pedir que sempre que olharem para alguém na rua, não o julguem imediatamente vagabundo, inimigo do trabalho. Estejam cientes de que circunstâncias várias podem atirar a mais impensável e válida das pessoas para uma situação de desgraça.
E que nem todos têm a mesma força para se levantar após um tombo.
Procurem encaminhar os casos que conhecem de pessoas na rua para casas de abrigo e instituições que possam proceder ainda à sua recuperação.
Ou se esta não for já de todo possível, pelo menos a uma vida digna, com um pão de cada dia.
Eduquem os vossos filhos a ser generosos.
Não nos esqueçamos que a vida acaba por devolver a cada um o bem que semeia.Maria"
Leia agora o MILAGRE DE NATAL de Maria :
I PARTE - aqui
II PARTE - aqui
III PARTE - aqui
IV e última PARTE - aqui
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Banco Alimentar Contra a Fome,
Conto de Natal da Maria
sábado, 26 de setembro de 2009
Maria das Quimeras
A ti, dedico, com amizade :

Maria das quimeras me chamou
Alguém... Pelos castelos que ergui,
P'las flores de oiro e azul que a sol teci
Numa tela de sonho que estalou.
Maria das quimeras me ficou ;
Com elas na minh'alma adormeci.
Mas, quando despertei, nem uma vi,
Que minh'alma, Alguém, tudo levou!
Maria das Quimeras, que fim deste
Às flores de oiro e azul que a sol bordaste,
Aos sonhos tresloucados que fizeste?
Pelo mundo, na vida, o que é que esperas?...
Aonde estão os beijos que sonhaste,
Maria das Quimeras, sem quimeras?
Florbela Espanca
sábado, 5 de setembro de 2009
Serenidade
Serenidade - Qualquer um pode zangar-se, pois isso é muito simples. Mas zangar-se com a pessoa adequada, no grau exacto, no momento oportuno, com o propósito justo e de modo correcto, isso, não é tão fácil como isso (Aristóteles - Ética a Nicómaco)
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